WILLIAM NÃO FOI AVISADO DO LIVRO E TIO EXPÕE PAIXÃO DO REI POR FUNCIONÁRIO

A paz na monarquia britânica parece ser uma ilusão insustentável. Às vésperas do marco de 30 anos da morte da Princesa Diana, um novo capítulo de traições e revelações perturbadoras atinge a Coroa. Desta vez, o ataque não vem de tabloides anônimos, mas de dentro da própria família: Charles Spencer, irmão de Diana. Em um livro que sequer foi lançado na íntegra, mas cujos trechos vazados já causam um terremoto em Londres, Spencer traz à tona fantasmas do passado, atacando o Rei Charles e isolando, de forma cruel, o Príncipe William.
A "Felicidade" Diante da Tragédia
Um dos pontos mais chocantes dos manuscritos de Spencer é a descrição do comportamento de Charles logo após a trágica morte de Diana. Segundo o autor, o então Príncipe de Gales demonstrava uma felicidade perturbadora e aparente. A narrativa sugere que Charles enxergou na tragédia o seu "bilhete de loteria" — a liberdade definitiva para viver seu romance com Camilla Parker Bowles, sem a sombra de sua ex-esposa.
A alegação, descrita com um tom passivo-agressivo por Spencer, é um ataque frontal à imagem do Rei, que já luta para manter a popularidade e lida com problemas de saúde.
O Escândalo do Valete e a Sexualidade do Rei
Não satisfeito em reacender a dor do luto, o livro de Spencer mergulha em um dos rumores mais antigos e abafados pela realeza: a sexualidade do Rei Charles. O autor ressuscita acusações de que Charles mantinha um caso romântico com um de seus funcionários mais próximos, um valete.
A história desenterra feridas profundas da década de 1980 e 1990. Segundo os relatos revividos por Spencer:
A Suspeita de Diana: A Princesa de Gales já desconfiava da relação e chegou a ouvir do próprio Charles, durante o declínio íntimo do casamento, a frase: "Talvez eu seja gay".
A Fita Desaparecida: Diana teria ido a um hospital recolher o depoimento gravado de outro funcionário que jurava ter flagrado o Rei em momentos íntimos com o mordomo.
O Envolvimento da Rainha Elizabeth: Quando o ex-mordomo de Diana, Paul Burrell, foi a julgamento acusado de roubar pertences da princesa (incluindo a fita comprometedora), a própria Rainha Elizabeth II interveio de forma abrupta para encerrar o caso, temendo que os segredos da fita vazassem para a imprensa e destruíssem a imagem de Charles de uma vez por todas.
Trazer essas alegações à tona em 2026 é visto nos bastidores como um golpe baixo e apelativo, focado puramente em gerar polêmica e vendas, reacendendo histórias que já haviam sido investigadas pela polícia na época sem conclusões criminais.

A Traição a William e a Aliança com Harry
O aspecto mais devastador deste novo escândalo, no entanto, não é o ataque a Charles, mas a traição ao Príncipe William. Como filho mais velho e futuro rei, William foi mantido na escuridão absoluta sobre o projeto do tio. Ele não foi consultado, avisado ou preparado para a tempestade.
A exclusão de William foi cirúrgica. Spencer sabia que o herdeiro do trono se oporia ferozmente a qualquer tentativa de mercantilizar novamente a memória de sua mãe ou de humilhar seu pai, que atualmente enfrenta problemas de saúde. William tem sido o único a bater de frente contra a exploração contínua da imagem de Diana.
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Em contrapartida, o Príncipe Harry não apenas sabia do livro, como manteve encontros recentes com Charles Spencer. A aproximação entre o Duque de Sussex e o tio levanta suspeitas de uma aliança estratégica e financeira. Enquanto rumores apontam que Spencer enfrenta dificuldades financeiras — buscando o mesmo caminho lucrativo de exposição seguido por Harry e Meghan —, William assiste, isolado, o legado de sua mãe ser transformado, mais uma vez, em um espetáculo midiático para lucro pessoal.
O que se desenha não é apenas mais uma crise de relações públicas para o Palácio de Buckingham. É a ruína final da promessa feita por Charles Spencer no funeral de Diana: a de proteger seus sobrinhos. Ao que tudo indica, a ganância e o ressentimento falaram mais alto, e o Príncipe William se vê forçado a lutar sozinho em uma guerra onde os inimigos têm o mesmo sangue que ele.